IDEAC Instituto para o Desenvolvimento Educacional, Artístico e Científico


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A psicóloga Maria Celia de Abreu, coordenadora do Ideac, vai participar de um encontro na Casa do Saber, em São Paulo, dia 21 de agosto, das 20 às 22 horas. O tema será o título de seu livro “Velhice, uma nova paisagem “(Editora Ágora), que ela vai autografar logo depois do bate-papo. As  inscrições gratuitas são pelo site, exclusivamente. Vagas limitadas e sujeitas à lotação do espaço.

Estima-se que, em 2050, a população de pessoas com mais de 60 anos comporá 30% da população brasileira, ou seja, cerca de 66,5 milhões de pessoas. Ao lado do grande crescimento do número de idosos, há também o aumento da expectativa de vida: hoje, no Brasil, vive-se em média 75 anos.

Assim, a velhice baterá à sua porta mais hora, menos hora, seja por ser você o idoso, por conviver com idosos ou por ter que lidar com um mercado consumidor que envelheceu. Por que, então, a velhice permanece um estigma na sociedade? Por que disfarçar a rejeição que se tem dessa fase de acúmulo de vivências com eufemismos como “a melhor idade”, “silver age” ou “a idade de ouro”?

Partindo de estudos teóricos sobre a psicologia do envelhecimento e de vivências colhidas em grupos de estudos, a obra propõe que a velhice passe a ser encarada como uma estrada que percorre diversas paisagens diferentes – nem melhores nem piores que as anteriores, apenas diferentes. O encontro trata de assuntos pertinentes à velhice, como corpo, sexualidade, memória, perdas, luto e depressão, mostrando que o tempo passa – e tudo bem com isso!

Maria Celia de Abreu

Psicóloga, professora universitária e psicoterapeuta, doutora em psicologia pela PUC-SP, atendeu em clínica particular por quase 30 anos. Fundou e coordena até hoje o Ideac – cujo foco principal, desde 1992, é a psicologia do envelhecimento. É autora, entre outras obras, de Depressão e Maturidade (ed. Plano, 2003) e deVelhice, Uma Nova Paisagem (Ágora, 2017).

https://casadosaber.com.br/sp/cursos/palestra/velhice-uma-nova-paisagem

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Envelhecer foi o tema de encerramento do Ciclo Temático 2017 In Fluência Papéis Sociais Fluídos, realizado internamente pela TV Globo. Desse último encontro participou a psicóloga Maria Celia de Abreu, coordenadora do Ideac e autora do livro “Velhice, uma nova paisagem”, Ana Amélia Camarano, Conceição Evaristo e Contardo Calligaris. O encontro foi realizado Centro de Treinamento dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.

A demógrafa e escritora Ana Amélia Camarano destacou os números do envelhecimento no Brasil e no mundo e disse que antes viver muito era um privilégio de poucos e que o grande desafio agora é a sobrevivência com o aumento da expectativa de vida, que no Brasil está em torno de 84 anos e maior do que 80 anos em 37 países.


Maria Celia de Abreu falou sobre a necessidade de refletir sobre a velhice e afastar os preconceitos que paralisam e impedem uma vida melhor. “O fato de não sabermos muita coisa sobre a velhice faz com que esse vazio muitas vezes seja preenchido de modo errado e com preconceitos. O velho sofre preconceitos da sociedade e dele próprio. Acho que na velhice você tem mais liberdade para fazer o que se traz prazer e aproveitar seu potencial com respeito e ética. Não há fórmulas para envelhecer bem, cada pessoa deve buscar a sua. E procurar incorporar o por que de tudo em sua vida”.


A escritora Conceição Evaristo disse que a velhice pode ser uma conquista ou uma tragédia, principalmente quando se chega nessa idade passando necessidades. Mas ressaltou que há muitos exemplos de velhos que aproveitam sua sabedoria e vivem com alegria, citando comunidades de herança africana e até mesmo as alas de velha guarda das escolas de samba. E completou: “Os mais velhos, muitas vezes, têm a oportunidade de dizer o que os mais novos não podem dizer em determinados espaços sociais”.


O psicanalista e escritor Contardo Calligaris foi mais radical e disse que “amadurecer significa aceitar as frustrações e se resignar que as coisas não saiam como desejamos”. 


Nos comentários às perguntas da plateia, Maria Celia de Abreu concluiu com uma mensagem de esperança, reforçando a necessidade de refletir sobre a velhice e entender que a vida traz várias paisagens: “A velhice é apenas uma dela, e pode ser melhor ou pior do que outras fases. O importante é saber que não dá para voltar atrás e que sempre haverá uma nova paisagem pela frente”.


(Na foto, Ana Lúcia Pardo, uma das organizadoras do evento, Ana Amélia, Conceição Evaristo, Maria Celia de Abreu, a jornalista Bianca Ramoneda, mediadora do encontro, e Contardo Calligaris).


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foto Jader Andrade

O Fórum sobre envelhecimento do Prisma – Centro de Estudos do Colégio Santa Maria acontece nesta segunda, 2 de outubro, das 10h às 16h, com temas e profissionais de áreas diversas que tenham um diálogo com o “envelhecimento”. O Prisma desenvolve trabalhos envolvendo pessoas com idade acima de cinquenta anos, porque entende a necessidade de ações voltadas a esta fase da vida para que possam construir novos olhares, vivendo-a de forma mais intensa e integrada.

O evento gratuito é aberto aos alunos dos cursos do Prisma, a comunidade do Colégio e à população em geral interessada nesta temática. A psicóloga e coordenadora do Ideac, Maria Celia de Abreu, falará sobre “Velhice, uma nova paisagem., das 15 às 16 horas. O Colégio Santa Maria fica na Av. Sargento Geraldo Santana, 901 – Jardim Marajoara, Travessa da avenida Interlagos.

Participarão Anielli Simioni (Biodanza), Maria Fernanda R. Passareli (proressora de Tai-Chi-Chuan), Gilberto Natalini (médico e vereador), Luciana Helena Mussi (psicóloga e gerontóloga) e Sandra Moreira de Macedo (professora e cantora).


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“Velhice, uma nova paisagem” (Editora Ágora), livro da psicóloga Dra Maria Celia de Abreu, será o tema da palestra que ela fará nesta terça (19), a partir das 14 horas para associadas da BPW – Business Professional Women – Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de São Paulo. Conceição Barindelli (na foto, ao lado da palestrante), Presidente ILB – Instituto Luigi Barindelli, Coordenadora da Comissão Nacional de Relações BPW Brasil/BPW Itália virá especialmente de Curitiba para o encontro. Também estará presente a Presidente da BPW São Paulo, Márcia Kitz. O evento será no Restaurante Taormina, à Alameda Itu, 251, Jardins.

No livro, a autora parte de estudos teóricos sobre a psicologia do envelhecimento e de vivências colhidas em grupos de estudo, propondo que a vida passe a ser encarada como uma estrada que percorre diversas paisagens diferentes – nem melhores nem piores que as outras. “Com todos os benefícios e percalços, cada um deve encarar a velhice do seu jeito. Não tem receita”, afirma.

Na obra, Maria Celia colheu depoimentos de importantes formadores de opinião, entre eles as atrizes Aracy Balabanian e Eva Wilma, o médico Drauzio Varella, o psicoterapeuta Flávio Gikovate (falecido em 2016), o jornalista Paulo Markun, a dramaturga Maria Adelaide Amaral, a antropóloga Mirian Goldenberg, o professor Mario Sergio Cortella (prefaciador da obra) e o autor de novelas Silvio de Abreu, seu marido. Espalhados pelo livro, os depoimentos revelam diferentes opiniões, diferentes paisagens.

Sobre a BPW

A BPW – Business Professional Women – Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais foi fundada com Federação em 1930, pela advogada Lena Madesin Phillips, na Europa. Atualmente a entidade está em mais de 100 países e no Brasil há representações nas principais capitas e cidades do Norte ao Sul. As cidades pioneiras foram Brasília e São Paulo há 42 anos. A Doutora Eunice Cruz é a Presidente da BPW Brasil.

Saiba mais: http://www.bpwsp.org.br


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A psicóloga Maria Celia de Abreu, coordenadora do Ideac e autora de “Velhice, uma nova paisagem”(Editora Ágora) participa nesta segunda (18) da 47ª Semana de Estudos de Psicologia da PUC/Campinas. A palestra será das 13h às 15h sobre  “Psicologia e o envelhecimento”, no do Campus II da PUC Campinas.

Sobre Maria Celia de Abreu

Nasceu em São Paulo em 1944. Fez o curso secundário no Colégio das Cônegas de Santo Agostinho e se formou na primeira turma de Psicologia da Faculdade São Bento, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 1968. Na mesma universidade, concluiu mestrado e doutorado em Psicologia da Educação. Hoje aposentada, foi professora universitária. Na PUC-SP, esteve envolvida com planos pioneiros, como a criação do Laboratório de Psicologia Experimental e do Serviço de Apoio Pedagógico ao Professor Universitário (Sedape), e a implantação do projeto do Ciclo Básico de Ciências Humanas e Educação. Psicoterapeuta, atendeu em clínica particular por quase 30 anos. Fundou e coordena até hoje o Ideac – cujo foco principal, desde 1992, é a psicologia do envelhecimento.

Serviço
Semana de Estudos de Psicologia da PUC Campinas
Av. John Boyd Dunlop – s/n° – Jd. Ipaussurama – Campinas/SP
Telefone: (19) 3343-6800


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A psicóloga e Dra. Maria Célia de Abreu, coordenadora do ideac, participa nesta terça-feira (12) do Encontro “Depressão e Suicídio: Enfoque Atual e formas de manejo”, que será realizado na Universidade Presbiteriana Mackenzie, das 7h45 às 15 horas. A abertura fica por conta do coordenador do curso de Psicologia da Universidade, professor Dr. Erick Montanar Franco. A proposta é apresentar e discutir experiências de profissionais de saúde no tema depressão e suicídio em diferentes faixas etárias e criar um espaço para debater o assunto. O encontro será na sede do Mackenzie, à Rua da Consolação, 930, prédio 50. A coordenadora do Ideac participará da mesa programada para 10h40, sobre avaliação e tratamento na maturidade e envelhecimento, com a professora Dra. Ana Cecília Lucchese, com moderação da professora Sandra Lopes.


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Assim que terminou a palestra da psicóloga Maria Celia de Abreu, coordenadora do Ideac e autora de “Velhice – uma nova paisagem”, na aula inaugural da Universidade da Terceira Idade da PUC, os depoimentos de duas professoras e os aplausos mostraram que a fala atingiu seu objetivo: discutir a velhice, eliminar preconceitos e dar dicas para viver mais e melhor essa fase da vida. As professoras disseram que foi a melhor palestra que ouviram até hoje sobre velhice e os aplausos e a participação da plateia provaram que cada um saiu diferente desse encontro. “Vamos tomar posse do nosso tempo”, convidou Maria Celia, insistindo para que todos tivessem objetivos, projetos, sonhos, bons relacionamentos e cuidados com o corpo e com a mente, usando a sabedoria que vem com a passagem do tempo.

Quando falou que a vida é feita de paisagens, em todas as fases, completou afirmando que na velhice também aparecem novas paisagens: “Elas podem ser suaves ou cheias de pedregulhos, como em qualquer idade. Não temos ingerência total sobre elas, mas podemos nos preparar com bom humor, flexibilidade, conquistar novos amigos e conservar os antigos, ter uma ocupação e desenvolver a espiritualidade.

Destacando a importância da curiosidade e da escolha dos alunos em fazer a Universidade da Terceira Idade e continuar aprendendo, Maria Celia também deu sugestões para os estudos: Assuma o seu sonho de estudar e defenda seu desejo com unhas e dentes; valorize suas experiências e conhecimento; esteja presente no que faz, cumprindo tarefas e prazos; busque informações em livros, filmes, internet, para complementar seus estudos; variáveis de acordo com a pessoa; tenha horário para estudar; capriche no seu material e, antes de tudo, aceite o seu ritmo e entenda que a aprendizagem tem platôs de consolidação”.