IDEAC Instituto para o Desenvolvimento Educacional, Artístico e Científico


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Falar sobre a velhice interessa a você?

O envelhecimento é um assunto atual e comporta incontáveis abordagens. O IDEAC (www.ideac.com.br) em seu propósito de acolher, favorecer trocas e promover a qualidade de vida na maturidade, quer saber quais são os temas relacionados com o envelhecimento que mais interessam a você.

Sugerimos alguns, a título de exemplo, mas esperamos que nos sugira outros para que nossas atividades futuras sejam mais motivadoras e proveitosas para você.

AS RESPOSTAS SERÃO PUBLICADAS EM NOSSAS REDES SOCIAIS.

Nossas sugestões:

TEMAS Interessa? 
Sim Não Talvez
  1. Cuidados Paliativos
  1. Experiências de quase morte
  1. Memória autobiográfica ou História de Vida
  1. Testamento Biológico
  1. O Velho nas artes (cinema, tv, teatro, literatura)
  1. Vida sexual na velhice

Daqui em diante, queremos ter as suas sugestões de temas:    _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Se for o seu caso, por favor assinale esta alternativa:

O tema do envelhecimento não me interessa (      )

Não é necessário identificar-se, pedimos apenas que nos informe:

Idade: _________    Nível   de escolaridade: _______________

 

AGRADECEMOS SUA COLABORAÇÃO

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Uma boneca ou uma bicicleta recebida em um Natal distante podem ser lembradas com carinho muitos anos depois. São memórias de infância tão carregadas de afetos que permanecem mais vivas do que as memórias do último Natal. Essa foi uma das conclusões da Enquete sobre Presentes de Natal marcantes realizada pelo Ideac com 146 pessoas, sendo 17 homens, entre 60 e 83 anos e 129 mulheres, entre 60 e 89 anos.

A psicóloga Maria Celia de Abreu, coordenadora do Ideac, autora do livro “Velhice, uma nova paisagem”, e idealizadora da enquete, fala sobre o objetivo da pesquisa: “O propósito inicial da enquete era aumentar o conhecimento sobre pessoas com mais de 60 anos. Quando se recebe um presente, há embutido nele um valor material, mas há também um valor simbólico. Um presente é a expressão de um sentimento, bem como do conceito que o presenteador faz a respeito do presenteado. Um presente pode ser caro, mas ser afetivamente indiferente para o presentado, ou até mesmo ofensivo.”.

Um presente, pode também representar indiferença, cumprimento formal de uma obrigação, desconhecimento do presenteado, ou então a expressão de um afeto atencioso, derivado de uma atenção personalizada, admiração ou gratidão. Entre as descobertas, algumas novidades e outras não tanto:  mulheres respondem mais às perguntas do que homens; velhos compõem um grupo com características bastante heterogêneas, o que foi comprovado pela dispersão dos conteúdos das respostas. O presente que mais agrada velhos próximo dos 60 anos pode ser bastante diferente do que agrada velhos próximo dos 80 – ou seja, há nuances depois dos 60 anos; o uso da internet decresce de acordo com o decréscimo da idade cronológica.

Surpresas

Muitos respondentes mencionaram presentes recebidos na infância ou adolescência, embora isso não fosse pedido explicitamente. O formulário remetia a presentes de Natal, dada a proximidade com a época da enquete; não contamos com o fato de que Natal é uma comemoração muito associada a família e a infância, que por sua vez despertam sentimentos; essa associação deve ter provocado um viés nas respostas, levando nossos sujeitos a focar nem tanto nos presentes recebidos no Natal passado recente, mas mais nas memórias emotivas despertadas pela ideia do Natal.

Muito mais para as mulheres do que para os homens, foram indicados como presentes de Natal significativos situações carregadas de afetividade – principalmente envolvendo familiares – em vez de objetos.

O inesperado não é a discrepância entre homens e mulheres, um dado coerente com o que se sabe sobre a psicologia masculina e a feminina, mas é o fato de muitos darem respostas para as quais o formulário não induzia (ou éramos nós que achávamos que não induzia…), levados por associações afetivas. Ou seja, nossos respondentes, sobretudo as mulheres, levaram em conta o valor simbólico e sentimental do presente, o que pode estar atrelado mais a uma situação ou comportamento do que a um objeto.


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Qual foi seu melhor presente? (Enquete para quem tem 60 ou mais)

Pensando em como é difícil presentear pessoas maduras com lembranças que vão além do sabonete, da colônia, do pijama, do chinelo, do licorzinho… o IDEAC quer saber qual foi a lembrança que mais lhe agradou neste último Natal. Se foi qualquer um desses objetos também vale, e você pode se lembrar do que mais gostou de ganhar nos últimos Natais também. Se você tem 60 anos ou mais, pode nos contar? Até o final de janeiro?

Se preferir, pode ser uma resposta anônima, mas por favor anote ao final dela o seu sexo (M ou F) e sua idade em anos. Por exemplo: F, 63 e “presente”.

Deixe sua resposta aqui mesmo nos comentários, ou então nos mande por e-mail para: cadastro@ideac.com.br.

Depois compartilharemos os resultados nas nossas redes sociais, aguarde!

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Felicidade

Um vídeo muito interessante é a dica de Tatiana Wernikoff, integrante do grupo Pantufas de Ouro, do Ideac (www.ideac.com.br) e consultora na área de Recursos Humanos nas empresas. Clique no link abaixo e assistam, vale a pena:

“A felicidade virou moda? Ou é realmente uma busca pelo ser humano desde tempos imemoriais?

Quanto mais nos sentimos pressionados pelo que acontece à nossa volta, mais precisamos nos fortalecer internamente, para que as pressões nos atinjam em uma medida suportável, para que seja possível manter o equilíbrio e sermos felizes.

Com esse foco, Robert Waldinger (Diretor da Harvard Study of Adult Development) e outros pesquisadores conduziram uma pesquisa durante 75 anos, buscando conhecer o conceito de felicidade e satisfação nos participantes.

Em uma palestra transmitida pelo TED, aí vão os resultados a que chegaram até o momento.

Muito interessante acompanhar esse vídeo”

https://www.ted.com/talks/robert_waldinger_what_makes_a_good_life_lessons_from_the_longest_study_on_happiness?language=pt


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casal-feliz-felicidade

Entre os principais planos e desejos para o futuro das pessoas que já passaram dos 60 anos de idade, mais da metade (51%) quer aproveitar a vida junto de seus familiares e amigos. Em segundo lugar está a vontade de ajudar os filhos, deixando-os bem financeiramente (29%). Na terceira posição vem o desejo de viajar e conhecer outros lugares do Brasil (23%). Esses números fazem parte do “Felizômetro”, índice criado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal ‘Meu Bolso Feliz’ para mensurar o grau de felicidade dos consumidores acima dos 60 anos. A maior parte deles está satisfeita com o presente e otimista com o futuro, além de acreditar que vão viver até os 89 anos, principalmente aqueles que encaram a vida de forma positiva. A pesquisa foi realizada com 632 idosos em todas as capitais brasileiras, quase oito em cada dez entrevistados (78%) atribuem nota igual ou superior a oito na hora de expressar a satisfação com o seu modo de vida. Segundo os resultados, a sensação de felicidade varia entre os gêneros e se torna mais frequente à medida que melhoram a condição social e o nível de educação formal dos entrevistados. Entre as mulheres, essa percepção atinge 81% da amostra, sendo também mais disseminada entre os que têm idade entre 66 a 70 anos (83%), com formação superior (83%) e que pertencem às classes A e B (85%). Felicidade e saúde aparecem juntas e esse ultimo é o item que possui o maior peso para o índice criado pelo SPC/Meu Bolso Feliz podendo aumentar as chances de se atingir a felicidade em até 25%. Outros resultados da pesquisa mostram que evitar rótulos é um dos fatores mais importantes para sentir-se feliz: o fato de o idoso não se considerar como pertencente à terceira idade pode elevar suas chances de felicidade em até 15%. O índice ‘Felizômetro” mostra que a independência na hora de consumir (14,5%), o fato de não precisar fazer empréstimos para adquirir produtos que não tinham acesso antes (13,9%), ter condições de gerir as próprias contas livremente (7,6%) e manter uma vida financeira melhor do que no tempo em que eram jovens (6,8%) são outros fatores que pesam consideravelmente para aumentar a probabilidade de ser feliz na vida dos idosos. Na maturidade também aparece como essencial aproveitar o tempo livre e ter atividades de lazer realizadas com muito mais frequência. Os rumos da vida profissional têm peso na consolidação da própria felicidade: entre os fatores que podem deixar a vida mais feliz está o fato de ser uma pessoa realizada profissionalmente, o que tem potencial para elevar a probabilidade de felicidade em 5,6%. Aproveitar a vida sem preocupações também está entre as condições que aumentam as chances de ser feliz em 5,3%.

Baixe a pesquisa na íntegra em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas


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i401761

Em matéria desta quinta (2) no Bom dia Brasil, da TV Globo, foi divulgada pesquisa realizada no mudo inteiro mostrando que piorou a qualidade de vida para os idosos no Brasil. Na classificação geral, caímos 27 posições e estamos na 58ª posição entre 96 países. Suécia e a Finlândia lideram o ranking de melhor qualidade de vida. Quando o assunto é segurança, transporte e acessibilidade, o Brasil está entre os dez piores, perto da Tanzânia e do Afeganistão. Na expectativa e vida, ficamos entre os 50 melhores. Nosso desempenho é melhor em saúde, mas em relação a emprego e educação caímos para a 66ª posição no ranking. A melhor nota veio em seguridade social.

Confira:
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/pesquisa-mostra-que-qualidade-de-vida-para-os-idosos-piorou-no-brasil/3668128/